Diz o dicionário que “tia” é a irmã do pai ou da mãe, mas no meu caso, e porque um amigo é um irmão escolhido por nós, acabo de ser tia duas vezes, porque sou “irmã” da mãe e do pai! A Raquel e o Rodrigo acabam de ser contemplados com o maior tesouro do mundo: são pais desde ontem. E eu sou, desde ontem, tia! Uma tia babada. O Henrique nasceu com 48 centímetros de altura e 2,8 quilogramas de peso. É o pequenino príncipe da família. Parabéns, Raks e Rodri. E obrigada. Sejam muito, muito felizes.quarta-feira, 22 de Abril de 2009
O dia de ontem também foi muito bom!
Diz o dicionário que “tia” é a irmã do pai ou da mãe, mas no meu caso, e porque um amigo é um irmão escolhido por nós, acabo de ser tia duas vezes, porque sou “irmã” da mãe e do pai! A Raquel e o Rodrigo acabam de ser contemplados com o maior tesouro do mundo: são pais desde ontem. E eu sou, desde ontem, tia! Uma tia babada. O Henrique nasceu com 48 centímetros de altura e 2,8 quilogramas de peso. É o pequenino príncipe da família. Parabéns, Raks e Rodri. E obrigada. Sejam muito, muito felizes.O meu dia de ontem foi muito mau…
Muitas e muitas horas nos corredores dos Hospitais da Universidade de Coimbra. Consultas, exames, perícias, longos tempos de espera, dúvidas, medos, anseios, dores, cansaço e lágrimas. Depois vieram os diagnósticos, as recomendações, os novos medicamentos e… a conta na farmácia. Elevada, para não variar! Foi um dia bastante antipático.sábado, 18 de Abril de 2009
CDU apresenta candidatos a Matosinhos
Quem me conhece sabe bem que não subscrevo, nem de perto nem de longe, a ideologia comunista, mas que tenho uma profunda admiração por Honório Novo, deputado eleito pela CDU à Assembleia da República, vereador na Câmara Municipal de Matosinhos e um dos últimos políticos realmente sérios e genuinamente empenhados nos direitos, no crescente bem-estar e na melhoria da qualidade de vida daqueles que os elegem. Por isso partilho convosco o convite que Honório Novo acaba de me enviar, na certeza de que são homens desta qualidade e com este espírito de entrega que empurram Portugal, e o mundo, para a frente.
sexta-feira, 17 de Abril de 2009
Estas merdas revoltam-me!
Não há nos seres humanos, mesmo nos mais bondosos, um nível de lealdade e de dedicação sequer comparável com o dos animais, e em particular com o dos cães, que idolatram cada um dos elementos das famílias que os acolhem (tenho alguma dificuldade em chamar-lhes “donos”), mesmo se estes os votam ao desprezo, ou se não lhes dão a devida importância. Se os homens são capazes de “vender a própria mãe” em troca de uma qualquer vantagem que momentaneamente lhes pareça mais atractiva, traindo velhos princípios e ideais, os cães não trocam sequer o seu osso velho, e a amizade que nutrem pelas pessoas que os acolhem é sempre genuína e desinteressada.Há quem diga que os animais não pensam.
Eu acho que, mais do que pensar, os animais amam.
É por isso que a notícia que acabo de ler na edição desta semana do «Jornal da Bairrada» me deu o que só posso definir como um ataque de raiva por uma mulher que nem sequer conheço (e que nem pretendo conhecer, porque se a conhecesse espancava-a). De acordo com o JB, uma sujeita de 24 anos residente em Oliveira do Bairro, no distrito de Aveiro, mudou há dias de casa, mas deixou o cão a morrer à fome na varanda do apartamento onde vivia. Alguns dias depois da saída da inquilina, o proprietário do imóvel foi aferir o estado em que este se encontrava, e deu de caras com o cadáver do animal, já em estado de decomposição. Segundo elementos da Equipa de Protecção da Natureza da GNR de Anadia, a “infractora”, que foi prontamente identificada pelo ex-senhorio, poderá incorrer no pagamento de uma contra-ordenação entre 500 e 3500 euros (gostava de ver isso), a instituir pela Direcção-Geral de Veterinária.
Um ser “humano” capaz de abandonar assim um animal não merece sequer viver. E a revolta, até porque este estará longe de ser um caso único (lembram-se daquele “artista” que há uns tempos quis convencer o mundo de que era arte submeter um cão escanzelado a vários dias de fome, e que agora se prepara para repetir o feito numa outra exposição?), só pode incendiar todas as pessoas decentes e realmente humanas que tomam conhecimento de episódios como estes, ainda mais depois de ver que estas “pessoas” terão como castigo, se tiverem, apenas pagamento de uma coima…
Calendário eleitoral
Os níveis de participação dos portugueses – aliás, dos europeus em geral – na generalidade dos actos eleitorais realizados ao longo dos últimos anos, sejam de que natureza forem, são vergonhosos. Um povo que assim se abstém de votar, que prefere fazer qualquer outra coisa a exercer o seu direito e dever de cidadania, não pode depois encher o peito de ar e sair às ruas em protesto contra medidas de governos que (não) elegeu. É igualmente vergonhoso, e é até indecente e imoral. Já aqui vos dei conta daquela que, pelo menos no Brasil, se revela uma medida eficaz no combate à abstenção: o voto obrigatório. O eleitor que não comparecer nas urnas em dia de eleição terá de explicar de forma cabal a sua ausência, sujeitando-se ao pagamento de uma coima. Da maneira que os portugueses são agarrados ao dinheiro, estou em crer que depressa se encheriam de vontade de votar quando a isso fossem chamados. No entanto, tenho outra sugestão, quiçá menos radical, para aumentar os níveis de participação eleitoral dos tugas. Alguém sabe por que razão as eleições se realizam sempre aos domingos, quando é tempo de descanso, de visita à família e aos amigos, de passeios de namorados e de simples preguicite? E se as eleições passassem a realizar-se em dias úteis, em pleno horário de expediente e sem qualquer desconto do tempo de ausência no emprego? Já imaginaram o que era podermos virar-nos para o patrão e dizer: "Vou num instante exercer o meu direito de voto, e se calhar na volta ainda passo pela pastelaria, a comer uma nata"? Aposto que, em menos de nada, a abstenção caía para níveis residuais! É isso ou a insónia já não me deixa pensar claramente…Se pensarmos que me deitei às 2h11...
“A insónia é a dificuldade em conciliar o sono ou permanecer adormecido, ou uma alteração no padrão do sono que, ao despertar, leva à percepção de que o sono foi insuficiente (…). Não é uma doença, mas um sintoma. Pode ser consequência de diversas perturbações emocionais e físicas e do uso de medicamentos. A dificuldade em conciliar o sono é frequente entre jovens e idosos e muitas vezes manifesta-se no decurso de alterações emocionais, como a ansiedade, o nervosismo, a depressão ou o temor. Há mesmo pessoas que têm dificuldade em conciliar o sono simplesmente porque não experimentam cansaço, nem físico nem mental”. Manual MerckSão cinco da manhã...
quinta-feira, 16 de Abril de 2009
Cúmulo da pouca-vergonha II
Fotografia de Ricardo Castelo Mudei de ideias. Afinal, o cúmulo da pouca-vergonha é que os familiares das vítimas do colapso da Ponte Hintze Ribeiro, que até Março de 2001 ligava a localidade de Entre-os-Rios, no concelho de Penafiel, ao vizinho município de Castelo de Paiva, os únicos "condenados" no âmbito do processo instaurado na sequência da morte de cerca de meia centena de pessoas. Se estas famílias forem obrigadas a pagar as custas de um processo que moveram na tentativa de encontrar os culpados pela maior tragédia das suas vidas, não é só a culpa que morre solteira. É a "Justiça" portuguesa que se afunda na lama. A decisão está nas mãos do Governo.
quarta-feira, 15 de Abril de 2009
terça-feira, 14 de Abril de 2009
Na sombra de uma expectativa...
Viver é um acto estranho. Surge do nada, sem uma manifestação de vontade de quem vive, e demora-se nesse mundo de dificuldades que é ser, além de apenas existir. A expectativa é um lugar também impregnado dessa estranheza do acto de viver. Surge de um sinal pequenino, de uma esperança imaterial e quiçá abusiva, cola-se a nós como uma sequiosa sanguessuga, e no fim, quando a esperança se vai e nada acontece, deixa-nos secos, caídos no solo armadilhado de uma existência inexplicável. Um beijo adiado, um convite que não chega a sê-lo, um sonho que se esvai com o cair da noite, e tudo volta a ser cinzento, depois da ameaça das cores que não chegaram a pintar-nos o coração. Talvez amanhã…segunda-feira, 13 de Abril de 2009
Entre Braga e Bolonha...
Há alguns anos, tive o grato prazer de entrevistar Novais Barbosa, então reitor da Universidade do Porto, a propósito do Processo de Bolonha. Nessa altura, o “processo” era um mistério, em torno do qual pululavam mais perguntas do que respostas, e muitas, muitas opiniões. No entanto, talvez apenas hoje, em Braga, tenha realmente percebido o quanto o dito “processo” afectou a realidade do Ensino Superior em Portugal e nos restantes 44 países que entretanto aderiram àquela medida de reorganização dos cursos. No curso que frequentei, por exemplo, as mudanças foram evidentes: além do nome – que passou de “Licenciatura em Comunicação Social” para “Licenciatura em Ciências da Comunicação” –, a introdução das regras de Bolonha fez com que a estrutura curricular sofresse uma redução ainda mais notória da carga horária do que é comum noutros cursos: é que a maioria dos cursos existentes até à reformulação tinha a duração de quatro anos, enquanto o curso de Comunicação Social da Universidade do Minho tinha cinco.No meu tempo, cada um dos primeiros quatro anos da licenciatura era composto por seis cadeiras anuais, e no quinto ano havia seis disciplinas semestrais e um estágio com a duração de um semestre. Actualmente, existem 12 cadeiras semestrais, ao longo de três anos, mas no final não há qualquer estágio. Ou seja, enquanto eu teria de obter aprovação em 24 cadeiras anuais, seis semestrais e um estágio prático em ambiente laboral, e só assim daria por completa a minha formação de nível superior (que não dei ainda, porque deixei “penduradas” duas semestrais e uma anual, os estudantes do “mesmo” curso têm agora de fazer apenas 36 cadeiras semestrais. Perdoem-me os mais entusiastas do Processo de Bolonha, mas eu acho que a coisa os favoreceu um pedaço! Têm disciplinas com menor carga horária, perdem menos tempo na Universidade (é menos tempo a pagar propinas), e no fim saem do curso sem terem sequer feito um estágio numa qualquer empresa real.
Para cúmulo, se eu quisesse terminar o meu curso neste momento, apesar de lá ter andado mais tempo do que qualquer um dos actuais estudantes, e de ter obtido aprovação a tantas ou mais disciplinas do que alguns deles, provavelmente ainda teria de lá perder uns tempos, visto que as cadeiras que me faltam simplesmente deixaram de estar contempladas no plano de estudos da nova licenciatura. Por outro lado, sei de fonte segura que as empresas preferem contratar licenciados da “velha” guarda, antes de Bolonha, apesar de – há que reconhecê-lo – o novo plano de estudos ter uma maior componente prática e uma orientação mais feliz para as áreas multimédia, cada vez mais importantes no exercício do Jornalismo, da Assessoria de Imprensa, das Relações Públicas e das áreas afins.
E é por isso que ainda não descortinei que valeu a pena saltar da cama, às 8h30 da madrugada de hoje, para rumar à magnífica cidade de Braga e perscrutar as hipóteses de, agora que estou no desemprego, dar continuidade à minha formação universitária e, numa altura em que nem sei se alguma vez voltarei a ser jornalista, concluir a minha licenciatura em Comunicação Social (ou Ciências da Comunicação, whatever...). O tempo dirá.
terça-feira, 7 de Abril de 2009
Onde fica o interesse dos doentes?!
Há algumas semanas fiz uma bateria de análises e exames, no âmbito das já consultas de rotina na sequência da tromboembolia pulmonar que sofri há pouco mais de um ano. Foi-me receitado, entre outras coisas, um medicamento para controlar a taxa de colesterol, que estava bastante elevada. Era um medicamento de marca, e da receita constava a indicação de que o médico não autorizava a troca do fármaco prescrito por um genérico com as mesmas indicações terapêuticas, mas, certamente por esquecimento, a receita não vinha assinada pelo clínico. Talvez por isso, e porque não tinha em stock o medicamento receitado, a farmacêutica que me atendeu optou por me entregar um genérico que, garantiu, tinha precisamente o mesmo princípio activo e as mesmíssimas indicações terapêuticas. Eu, que não estava habituada a ver os farmacêuticos usarem aquela prerrogativa, questionei a senhora sobre os efeitos da troca, ao que ela me respondeu que assim pouparia bastante dinheiro, dado que o genérico custava “menos de metade” do medicamento de marca, apesar de garantir o mesmo efeito e a mesma qualidade.Nessa altura ainda não estava desempregada e sem qualquer fonte de rendimento, como estou hoje, mas não era, como nunca fui e como não é a maior parte dos portugueses que conheço, uma pessoa que estivesse exageradamente à vontade com o orçamento mensal que me cabia em sorte. E por isso mesmo agradeci a atenção da farmacêutica em questão. Nos últimos dias, na sequência da polémica instalada entre médicos, farmacêuticos e Ministério da Saúde, fiquei a saber que o acto de aparente generosidade daquela técnica poderá afinal implicar a recusa da comparticipação por parte da tutela. De acordo com as notícias mais recentes, a ministra da Saúde anunciou hoje que o Serviço Nacional de Saúde não pagará às farmácias a comparticipação dos fármacos que forem substituídos pelo genérico mais barato sem autorização do médico, recomendação feita pela Associação Nacional de Farmácias aos seus membros. Ana Jorge diz que essa substituição, à revelia do médico prescritor, “é ilegal” e nada tem a ver com a prática que existe nas farmácias hospitalares, que obedece a formulários específicos elaborados por uma equipa multidisciplinar.
As leis mudam-se!
Também neste argumento da ministra entronca a minha indignação. É que há muitas e muitas coisas que são ilegais e que de um momento para o outro deixam de ser, simplesmente porque as leis são alteradas (é esse mesmo o trabalho dos responsáveis políticos, eleitos por nós). Afinal, não deverá o interesse dos doentes ser superior aos interesses dos médicos, que alegadamente nada ganham com a prescrição deste ou daquele medicamento? Não deve o Estado zelar pelos interesses dos cidadãos, acautelando precisamente o seu acesso a bens essenciais, de entre os quais a Saúde será, com toda a certeza, o mais importante? Custará assim tanto mudar uma lei, se essa mudança permitir a todos os doentes deste país, poupar largas dezenas de euros ao fim de um mês? A quem interessa, afinal, que a lei se mantenha, onerando um produto do qual pode, no limite, depender uma vida? Até que ponto pode um médico resolver o montante que pode gastar o seu doente? Será isso ético? Será ético que a ministra da Saúde tome o partido dos que penalizam milhares de doentes, auscultando-se numa ilegalidade que tão facilmente pode ser eliminada? Será, porventura, mais importante que os nossos deputados, eleitos por nós, se concentrem na produção de leis sobre a despenalização do aborto ou o casamento dos homossexuais, em vez de limar as arestas mais cortantes de uma lei que diz respeito a todos, e que impede uns quantos de terem a saúde que merecem? Fica a pergunta, e este meu desabafo…
"Já limpei casas para sobreviver"...
Elsa Raposo, a quem desconheço qualquer contributo pessoal ou profissional para fazer algo de bom por ela ou por qualquer outra pessoa (é conhecida sobretudo por múltiplos affaires inconsequentes), disse numa entrevista recente que já limpou casas para sobreviver, como se limpar casas fosse algo indigno ou vergonhoso! Esta declaração valeu-lhe uma capa de revista em pose pseudo-sensual e uma referência em vários programas de fofocas da nossa TV. Ora, se há coisas que me repugnam, esta é uma delas. Quantas mulheres vivem e sobrevivem de limpar casas de outras pessoas, há anos e anos, sem verem sequer referido o seu esforço diário para sustentar os filhos e conciliar todos os exigentes momentos de uma vida moderna? E quantas dessas mulheres tentam aproveitar-se disso para serem conhecidas e faladas nos media? Quantas delas acharão que vale a pena fazer de tudo para ser capa de revista? Quantas delas foram, pelo menos uma vez na vida, elogiadas por serem quem são, no recato das suas vidas e não na praça pública para onde esta senhora tenta constantemente atirar-se, numa abominável sede de protagonismo que não se justifica em quem nunca fez nada de valoroso na vida?
segunda-feira, 6 de Abril de 2009
A política em todo o seu esplendor!
Foto: Carla Teixeira (Arquivo)
Onde é que eles moravam, onde era?
Acabo de ver no noticiário da TVI a notícia de um ataque a tiro a dois jovens de Ermesinde nesta madrugada. Ao que parece, de dentro de um carro em movimento foram disparados tiros que atingiram os dois jovens - um numa mão, o outro numa perna e num pé -, obrigando-os a receber assistência no Hospital de S. João, no Porto. Permanecem desconhecidas as razões deste ataque, e eu, como o resto da malta, não faço puto de ideia de quem eles são nem por que foram atacados, mas arrisco uma piadola inconsequente: o ataque deu-se na Rua 1º de Janeiro...
Ok, eu sei que não tem nada a ver!
Mas não resisti...
Ok, eu sei que não tem nada a ver!
Mas não resisti...
Dúvidas quase existenciais…

Por que é que os Hospitais da Universidade de Coimbra convocam os seus pacientes para a realização de exames às oito horas da manhã de uma segunda-feira se o serviço onde esses exames terão de ser realizados só dá início ao atendimento ao público depois das 8h30?Por que é que os utentes que vão fazendo fila à porta do secretariado do referido serviço – quase todos com idade superior a 60 anos – têm de aguardar no corredor do serviço, de pé? Será esta a “prova de esforço” a que se refere a placa que pende sobre as nossas cabeças?
Por que é que, fruto dessa desinteressante antecipação de horários, uma paciente (e eu estava muito paciente hoje…) que consegue o quarto lugar na lista de espera, depois de uma hora de pé num corredor frio e povoado de doentes com muita vontade de socializar, tem de aguardar a manhã toda para realizar um mero ecocardiograma, depois de os três primeiros doentes terem sido chamados em menos de 15 minutos?
Por que é que só depois de uma hora à espera, e de ter ido a paciente a perguntar o que se passava, é que se dignaram a dar uma explicação (bastante curiosa, a propósito) para a demora em chamar os restantes doentes?
Por que é que num hospital desta envergadura, e onde tudo – mesmo tudo, da qualidade técnica dos médicos à simpatia e boa vontade dos funcionários e à funcionalidade dos serviços – me agradava tanto até ao momento, de repente se dá conta, na manhã do dia 6 de Abril, que perdeu os exames que uma doente realizou no dia 19 de Março, no momento em que a senhora já se encontra na mesa do bloco operatório, obrigando a inviabilizar a utilização do equipamento até que sejam encontrados, na memória do mesmo, os dados daquela paciente? Será que ninguém confirmou se o DVD tinha sido bem gravado antes da intervenção cirúrgica a que a senhora teve de ser submetida?!
Fotos: Carla Teixeira
domingo, 5 de Abril de 2009
Já só faltam cinco semanas!
Falta pouco mais de um mês para que os meus manos do coração – Raquel e Rodrigo – façam de mim a tia mais babada do Universo. O Henrique vai nascer no início de Maio, e tem desde já garantido o mesmo amor incondicional que me liga aos pais dele. Parabéns, mana pequenina e cunhado! Vocês vão ser pais dos melhores que há no mundo! O maior desafio das vossas (nossas) vidas está agora a começar. E juntos seremos capazes de fazer do Henrique um cidadão de topo! Beijos para os três!quinta-feira, 2 de Abril de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)

