Estas eram as instalações de «O Primeiro de Janeiro» quando eu lá trabalhava:
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E este era o meu computador, que - acreditem - era dos melhores da casa:
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Agora trabalho neste edifício:

E este é o meu posto de trabalho:

E sabem da maior? Na sequência do despedimento ilegal de que fui vítima, juntamente com mais de 30 colegas, consegui emprego num local melhor e mais bonito, onde é mais fácil estacionar, e um posto de trabalho com as últimas da tecnologia, a que acresce - last but not the least - um aumento de ordenado na ordem dos 60 por cento. Quase me sinto tentada a agradecer ao Costa o "pé na bunda"...
Sobre o assunto Primeiro de Janeiro,o professor Olando Castro escreve hoje no seu Alto Hama um poste que é um hino ao jornalismo 24 horas por dia.Saudações do Velho
ResponderEliminarMai nada. Parabéns! Beijinhos.
ResponderEliminarcongrats. o sítio é muito bonito. espera que seja interessante.
ResponderEliminarMinha amiga tenho seguido a tua dor! É a vida. Esquece o passado e olha para o futuro. De "son of the bitchs" está o mundo cheio até às orelhas". A vida começa todos os dias desde que acordemos vivos!
ResponderEliminarFelicidades e abraço amigo
José Martins
Caro José, não é dor. É revolta por ver que uma parte da humanidade, por mais abjecta que seja, consegue fazer o que quer e nunca pagar pelos atropelos que comete. A vida começa todos os dias e, acredite que eu acredito, está longe de se esgotar no trabalho. O carácter será o mais caro de todos os luxos, mas nesse ponto não olho a despesas. Gosto de acordar e poder levantar a cabeça, sabendo que não atropelei ninguém nesse dia. Obrigada pela mensagem de apoio. Até breve!
ResponderEliminarParabéns! É velho o ditado que diz que há males que surgem por bem :) boooooooooom trabalho, que tudo corra lindamente e tudo e tudo e tudo e tudo!
ResponderEliminarCada um tem o que merece... e a menina há muito que merecia um lugar ao SOL!!! Voilá, ei-lo!
ResponderEliminarFormiguinha sempre foste, por isso, faz favor de ser Feliz!!
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarOlá, despenteados amigos! A todos, o meu muito obrigada por todas as mensagens, votos e comentários. Há algum tempo que já era uma pessoa feliz. Desde que aprendi que o que vem de baixo (baixinho...) não me atinge, e que o mais importante, o que sempre quis, já tenho: o amor da minha vida, a minha família e os meus amigos, a dignidade de um acordar sereno, a força de carácter e essa pontinha de mau feitio que me torna tão especial (ehehe). Quero que todos vocês sejam muito, muito felizes também, e sei que este intervalo de sombra há-de, num dia destes, dar lugar a um sol radioso e quentinho. Torço por toda a gente o dobro do que torcerem por mim. Sinceramente. Este episódio valeu a pena para clarificar quem somos nós e quem são os outros, de que fala o poema. Quem está está, quem não está não faz falta. Boa sorte para todos os meus camaradas, os meus amigos no Jornalismo e fora dele. E coragem! O mundo espera por vós, e estou certa de que todos terão ainda muito para lhe dar. Diz o Mik que não devemos baixar os braços. Não os baixemos, porque nem que seja num abraço em torno de quem gostamos, é lá no alto que devem estar. Contem sempre comigo. E vão aparecendo. Não se furtem às reuniões dos bravos. Beijos
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