Amigos Despenteados,
O ano que agora termina foi, para mim, um ano pleno de mudanças, de descobertas e de novidades. Nem todas foram boas. Algumas foram mesmo bastante más. A saúde abalada, o constante corrupio por hospitais, clínicas e laboratórios, o nunca mais acabar de análises, de tratamentos, de interacções e de riscos, e depois o desemprego, ainda que por apenas 10 dias, e os sucessivos embustes que, com os meus camaradas, fui descobrindo na (pouco ilustre) actividade da empresa que alimentámos dos nossos textos e da nossa alma durante anos e anos.
As surpresas continuam, e delas vos tenho dado conta neste espaço. No entanto, perder mais um minuto que seja da minha vida com a revolta e com a sombra dos erros dos outros – que não são meus, porque dei muito de mim e recebi sempre muito pouco de «O Primeiro de Janeiro» – não faz sentido para alguém que quer e que acredita que merece um futuro melhor. Por isso, o dossier «Janeiro» fecha aqui, e vai, como grande parte do ano que hoje termina, para o lixo.
Para 2009 seguem comigo apenas as boas memórias: os amigos que trouxe dos sete anos que lá passei, mas que agora são “apenas” amigos, e já não colegas, ou ex-colegas, ou o que quer que seja que tenha ligação àquele lugar. Não sei programar o cérebro para esquecer uma casa onde aprendi muito sobre o que sou e sobre o que sei fazer. Não o esquecerei nunca, sei disso. Mas não mais viverei da raiva e do ódio que, apesar de justificados, fazem mais mal a quem os sente do que a quem é alvo deles. Dentro de mim habitarão somente pensamentos positivos, os sorrisos de quem tenho por amigo, a ausência de quem nunca fez falta.
Ano Novo, vida nova.
O amor continua. É o melhor do mundo. E há novos motivos para sorrir. Novos amigos, um novo projecto profissional, um caminho muito interessante a partilhar, novas coisas para aprender e novas pessoas para ensinar. Novas mãos que se estendem ao encontro das minhas, e nomes e rostos novos com quem tive de reaprender o prazer de trabalhar e de ver reconhecido o mérito do que faço. À minha nova equipa, obrigada pelo recomeço, pela esperança renovada, pelo longo alcance da palavra e da honestidade.
A vocês, que aqui me aturaram durante meses a fio (e também nas anteriores versões do Mente Despenteada), agradeço todas as manifestações de afecto, algumas palavras mais azedas, e faço votos de que tudo de bom vos aconteça em 2009. Que todos os sonhos se materializem, que os vossos objectivos se concretizem, que tenham tudo aquilo que sempre sonharam e até o que nem tiveram tempo ou oportunidade de sonhar.
Se possível, que vos saia a Lotaria, o Totoloto ou o Euromilhões. Ou os três. Mas se não puder ser, que ao menos sorriam muito, que vivam felizes, e que continuem a passar por cá sempre que puderem. Votos sinceros de que o novo ano vos traga muitos e muitos momentos fantásticos, porque vocês merecem. Até ao futuro. E obrigada por estarem desse lado.
Feliz Ano Novo!
O ano que agora termina foi, para mim, um ano pleno de mudanças, de descobertas e de novidades. Nem todas foram boas. Algumas foram mesmo bastante más. A saúde abalada, o constante corrupio por hospitais, clínicas e laboratórios, o nunca mais acabar de análises, de tratamentos, de interacções e de riscos, e depois o desemprego, ainda que por apenas 10 dias, e os sucessivos embustes que, com os meus camaradas, fui descobrindo na (pouco ilustre) actividade da empresa que alimentámos dos nossos textos e da nossa alma durante anos e anos.
As surpresas continuam, e delas vos tenho dado conta neste espaço. No entanto, perder mais um minuto que seja da minha vida com a revolta e com a sombra dos erros dos outros – que não são meus, porque dei muito de mim e recebi sempre muito pouco de «O Primeiro de Janeiro» – não faz sentido para alguém que quer e que acredita que merece um futuro melhor. Por isso, o dossier «Janeiro» fecha aqui, e vai, como grande parte do ano que hoje termina, para o lixo.
Para 2009 seguem comigo apenas as boas memórias: os amigos que trouxe dos sete anos que lá passei, mas que agora são “apenas” amigos, e já não colegas, ou ex-colegas, ou o que quer que seja que tenha ligação àquele lugar. Não sei programar o cérebro para esquecer uma casa onde aprendi muito sobre o que sou e sobre o que sei fazer. Não o esquecerei nunca, sei disso. Mas não mais viverei da raiva e do ódio que, apesar de justificados, fazem mais mal a quem os sente do que a quem é alvo deles. Dentro de mim habitarão somente pensamentos positivos, os sorrisos de quem tenho por amigo, a ausência de quem nunca fez falta.
Ano Novo, vida nova.
O amor continua. É o melhor do mundo. E há novos motivos para sorrir. Novos amigos, um novo projecto profissional, um caminho muito interessante a partilhar, novas coisas para aprender e novas pessoas para ensinar. Novas mãos que se estendem ao encontro das minhas, e nomes e rostos novos com quem tive de reaprender o prazer de trabalhar e de ver reconhecido o mérito do que faço. À minha nova equipa, obrigada pelo recomeço, pela esperança renovada, pelo longo alcance da palavra e da honestidade.
A vocês, que aqui me aturaram durante meses a fio (e também nas anteriores versões do Mente Despenteada), agradeço todas as manifestações de afecto, algumas palavras mais azedas, e faço votos de que tudo de bom vos aconteça em 2009. Que todos os sonhos se materializem, que os vossos objectivos se concretizem, que tenham tudo aquilo que sempre sonharam e até o que nem tiveram tempo ou oportunidade de sonhar.
Se possível, que vos saia a Lotaria, o Totoloto ou o Euromilhões. Ou os três. Mas se não puder ser, que ao menos sorriam muito, que vivam felizes, e que continuem a passar por cá sempre que puderem. Votos sinceros de que o novo ano vos traga muitos e muitos momentos fantásticos, porque vocês merecem. Até ao futuro. E obrigada por estarem desse lado.
Feliz Ano Novo!

















