A todos os interessados e a alguns jornalistas em particular: a palavra “ambulatório” designa a qualidade do que não é fixo, do que deambula, do que não tem sede permanente. No contexto médico, a chamada “cirurgia de ambulatório” é aquela que não obriga o doente a qualquer tempo de internamento. Por essa razão, dizer, como li há uns dias num jornal da nossa praça, que o Ministério da Saúde pretende que, já em 2009, metade das cirurgias de ambulatório não necessitem de internamento é errado, redundante e absurdo (não necessariamente por esta ordem). O que foi dito há dias por Fernando Araújo, representante da Comissão Nacional para o Desenvolvimento da Cirurgia de Ambulatório, foi que a taxa de intervenções cirúrgicas naquele regime tem sofrido um aumento exponencial, e que se prevê que, já no próximo ano, metade das operações possa ser feita sem ter de se sujeitar o doente ao internamento hospitalar. A afirmação do senhor foi no sentido de prever que metade das cirurgias programadas a realizar em 2009 possa ser feita em regime de ambulatório, ou seja, sem necessidade de internamento. E pronto. Cumpri a minha boa acção do dia! Até já.
Sem comentários:
Enviar um comentário