quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Sou uma espécie de deus...

Se é verdade, como diz o povo, que não devemos evocar o nome de Deus em vão, tenho para mim, como verdade absoluta, que também o meu nome deverá ser preservado daquelas conversazinhas em tom de intriga que algumas pessoas gostam de manter sobre aqueles com quem se cruzam no seu quotidiano. Por isso, é sempre com renovado desprazer, e normalmente de forma involuntária, que constato que as pessoas vivem a falar dos outros e a congeminar maneiras de controlar quem as rodeia. Quando há umas semanas um amigo me contava que na empresa onde trabalhava circulavam e-mails a gozar com ele por naquele dia ter ido trabalhar de fato – presumindo-se que tinha ido de assim vestido por causa do emprego, quando na verdade a escolha se devia a uma programada ida à missa depois do expediente – não quis acreditar. Disse-lhe que não se tratava de gozo, que era uma forma bem-humorada de as pessoas comentarem o quanto estava elegante naquele dia. Mas talvez não fosse. Hoje, inadvertidamente, assisti a um pedaço de uma conversa em que o meu nome não foi directamente referido – não era eu o tema da conversa –, mas veio à baila quando se falava de uma pessoa minha conhecida. Do meu ponto de vista, a crítica a essa pessoa era injusta, mas a colagem ao meu nome, como se de um projecto de intriga se tratasse, deixou-me… como direi? Piurças!

E pronto. Era só isto!

5 comentários:

  1. Como diria o Miguel Sousa Tavares, a inveja é a arma dos incompetentes. Por isso, atira literalmente para trás esses comentários de gente com pensamento miserável. Don't let the bastards get you down.

    Beijinhos.

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  2. Aproveito para dizer que hoje falei de ti, mas não nas tuas costas. Isto porque de manhã recebi uma agenda giríssima e vi logo que era obra tua. Obrigada. Beijinhos.

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  3. Querida Rute,

    Por acaso não é obra minha, mas a agenda é de facto bem catita e eu sei que tu mereces isso e muito mais! Beijinhos.

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