domingo, 28 de setembro de 2008

Não dá para fintar a revolta!

Quando lemos relatos como este, e sabemos que a pessoa que passa por esta situação - um amigo que, como tantos outros, e como eu mesma, foi vítima de um despedimento ilegal, com salários em atraso (que continuam em atraso, apesar de outros funcionários da mesma empresa, também despedidos, já os terem recebido, enquanto os que continuam a trabalhar continuam sem receber a tempo e horas), há uma estranha revolta que toma conta de nós. De mim, pelo menos. E saber que a criatura que causou tudo isto, que faz passar por necessidades amigos meus, continua por aí a pavonear-se no papel de presidente de um clube desportivo e ao volante de um Porche, ou de outro dos seus vários automóveis, dá-me ganas de partir para a ignorância. Acreditem...

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