domingo, 2 de agosto de 2009

Eduardo Oliveira Costa desmascarado!

A notícia não é exactamente nova (se calhar já nem é notícia), mas eu só hoje tomei conhecimento deste conteúdo, graças a um comentário deixado anonimamente neste blog, que muito agradeço. Fica o retrato, para quem quiser lê-lo, do homem que foi capaz de despedir mais de 30 pessoas a quem deve grande parte do que conseguiu amealhar durante anos, com salários em atraso, muita desfaçatez e pouca vergonha. Foi ilegal, é certo, mas já passou um ano e até agora, como sempre, quem se lixa é o mexilhão…


Ex-administrador da Sedico “desmascara” Eduardo Costa

José Reis diz que foi “manipulado” e usado como “bode expiatório de Eduardo Costa. Agora vem a público denunciar o empresário oliveirense. O advogado reformado garante que as dívidas que tem a seu cargo advêm da empresa Sedico, criada para gerir “O Primeiro de Janeiro”

José Reis, ex-administrador da empresa Sedico, vem a público denunciar Eduardo Costa, empresário oliveirense responsável pelo jornal Correio de Azeméis, pela Rádio Azeméis FM e pelo jornal “O Primeiro de Janeiro”. Amigo de Eduardo Costa desde cedo, José Reis tornou-se seu funcionário assim que chegou a Portugal vindo da Venezuela. Desde 1992 que a história de José Reis se confunde com a actividade profissional de Eduardo Costa. Com o objectivo de limpar a sua imagem e de desmistificar o empresário oliveirense, José Reis conta ao Mais Alerta o seu percurso desde 1992 e caracteriza Eduardo Costa, que sempre tomou por grande empresário e pessoa honesta. Neste momento, as palavras que José Reis usa para descrever o empresário oliveirense são “delinquente” e “trapaceiro”.

José Reis tem, actualmente uma dívida superior a um milhão de euros que diz resultar da actividade da empresa Sedico (empresa ligada à actividade do jornal “O Primeiro de Janeiro), da qual foi administrador. As suas contas bancárias foram congeladas e o uso do cartão de crédito interdito. José Reis diz que a finalização do processo penal pendente em que é arguido ainda pode resultar em pena de prisão. No entanto, garante que durante todo o tempo em que esteve ligado à empresa pouco soube da sua actividade, apenas assinava cheques e documentos por indicação de Eduardo Costa. “Eu fazia de tudo de olhos fechados. Ele era um homem honesto, sério e eu punha a mão no fogo por ele (Eduardo Costa)”, esclarece José Reis. “O Eduardo ia sempre para o Porto. Ele tinha lá um escritório para trabalhar e geria o Janeiro, mas as secretárias dele sabiam que ele nunca assinava e que vinha tudo para cá num envelope. Eu ia e assinava. Era assim que se fazia: eu só ia à Folha Cultural ou à Coraze assinar”, afirma José Reis.

Foi assim que José Reis assinou o despedimento de cerca de 30 jornalistas de “O Primeiro de Janeiro”. Conta que a decisão foi tomada por Eduardo Costa, mas como o empresário tinha renunciado ao cargo de presidente de “O Primeiro de Janeiro” em 1993 teria que ser José Reis a assinar como administrador da Sedico. “Ele tinha renunciado em 1993 e como não podia assinar, mandou-me assinar a mim. Fui eu que assinei. Ele estava a negociar e chamou-me para assinar, nem vi as cartas”. O advogado reformado adiantou que “ele sempre administrou o Janeiro, nada passava ao largo dele. Ele administrava e geria mas não assinava nada”.


“Ele queria-me para alguma coisa, mas eu não sabia para que era”
Mas o início da história remonta a 1992. José Reis, advogado reformado, chega a Portugal vindo da Venezuela e monta um escritório em Oliveira de Azeméis. Pelo que conta Eduardo Costa tinha instalações perto das suas e, como tinha sido seu professor, o empresário oliveirense chamou-o para trabalhar consigo. José Reis explica que foi em 1992 que se ligou profissionalmente a Eduardo Costa e começaram por trabalhar na empresa “O Primeiro de Janeiro, S.A.”. “Ele disse que ia precisar de mim para trabalhar para o Janeiro”, avança José Reis. O agora advogado reformado afirma: “O Eduardo (Costa) tinha medo do Janeiro porque era uma estrutura grandíssima, estava tudo a desmoronar-se, havia contas por pagar, dependências por limpar, coisas a guardar. Era uma grande aventura aquele negócio”. Mesmo apesar de saber que era tarefa difícil, José Reis decidiu acompanhar Eduardo Costa.

Enquanto trabalhava para Eduardo Costa, José Reis conta que fazia um pouco de tudo, “era um tarefeiro”. Mas os problemas de saúde limitaram os seus movimentos e José Reis deixou de ir para o Porto, onde estava sedeado “O Primeiro de Janeiro” e ficou em Oliveira de Azeméis. O advogado reformado conta que se manteve na cidade oliveirense, recebia um ordenado e apenas ia ao Porto de vez em quando. “Ele queria-me para alguma coisa, mas eu não sabia para que era. O Eduardo, quando dá um ordenado a uma pessoa, não investe cegamente”, explica José Reis.

“Nessa altura comecei a perceber que estava tramado”
Depois de ter alguns cuidados de saúde e de ter estado, inclusivamente, internado, José Reis é nomeado administrador da Sedico, em 2003. A Sedico é a empresa que surge para administrar “O Primeiro de Janeiro”. José Reis conta que a empresa ficou sedeada em Gondomar e explica que “isso foi uma encenação”. “No porto qualquer arrumador de carros conhece o Eduardo Costa como dono do Janeiro, qualquer pessoa o conhece, porque é sempre ele que aparece. Era uma vergonha haver dívidas ou ilícitos fiscais no Porto. Ele queria cometer ilícitos e para não os fazer no Porto (onde toda a gente o conhecia), transferiu a sede para Gondomar”, esclarece José Reis. O advogado reformado avança que apenas foi a Gondomar uma única vez. “Fui lá (Gondomar) uma vez depois de 2007”, esclarece José Reis que diz ter encontrado “um curral de cabras, chão em terra batida, cadeiras rotas”.
“Aquilo (Sedico) não era empresa nenhuma, era um depósito de cadeiras”, afirma dizendo que começou a abrir os olhos quando chegou o primeiro aviso de dívida. “Eu era administrador de direito e não de facto, ou seja, nunca administrei nada. Eu tinha a conta no meu nome, mas nem sabia informações nenhumas”, garante José Reis. Apesar de desconfiado, José Reis continuou como administrador da Sedico. O advogado reformado diz que continuava a assinar todos os cheques e documentos que vinham do Porto. É em finais de 2008 que descobre mais uma dívida da empresa sedeada em Gondomar. “Escrevi também uma carta para ele a dizer que aquilo era da responsabilidade dele. Esperei que ele pagasse, mas ele não pagou”, explica José Reis que diz: “Nessa altura comecei a perceber que estava tramado”. E foi então que resolveu começar a juntar provas para se defender e para denunciar a actividade de Eduardo Costa.

“Eu fui manipulado, fui usado como bode expiatório”
Durante toda a conversa com o Mais Alerta, José Reis sempre fez questão de reforçar que nunca questionava as decisões de Eduardo Costa. “Uma decisão de Eduardo Costa não é para contestar. O Sr. Eduardo decidia e decidia bem e ele é que sabe da sua empresa. Eu assinava sempre pensando que era para bem da empresa. Tudo o que eu assinava era para a gestão eficiente da empresa”, garante José Reis, que conclui: “Eu fui manipulado, fui usado como bode expiatório”.

Empresário oliveirense incontactávelDesde que os cerca de 30 jornalistas foram despedidos de “O Primeiro de Janeiro” que Eduardo Costa tem sido motivo para reportagens. A revista “Visão” já lhe dedicou várias páginas e outros órgãos de comunicação falam dele frequentemente. Em Agosto de 2008, o Diário de Notícias dizia que “sediado em Oliveira de Azeméis, detém cerca de 30 empresas ligadas a dez áreas de negócio distintas. Da comunicação social nacional e regional ao imobiliário e construção civil, do turismo à distribuição de livros”. Eduardo Oliveira Costa detém a Carteira Profissional de Jornalista e detém 16 títulos. Já foi julgado e condenado a uma pena de prisão de dois anos e meio, suspensa por um ano, por fraude na obtenção indevida de subsídios por parte do Estado, através do jornal Recortes da Província. Na repetição do julgamento, foi absolvido dos crimes de burla e de falsificação de documentos. O Mais Alerta tentou entrar em contacto com Eduardo Costa, mas até ao fecho de edição não foi possível ouvir qualquer comentário do empresário.


Frases
“Eu fazia de tudo de olhos fechados. Ele era um homem honesto, sério e eu punha a mão no fogo por ele (Eduardo Costa)”

“O Eduardo ia sempre para o Porto. Ele tinha lá um escritório para trabalhar e geria o Janeiro, mas as secretárias dele sabiam que ele nunca assinava e que vinha tudo para cá num envelope. Eu ia e assinava. Era assim que se fazia: eu só ia à Folha Cultural ou à Coraze assinar”

“Ele sempre administrou o Janeiro, nada passava ao largo dele. Ele administrava e geria mas não assinava nada”

“Ele queria-me para alguma coisa, mas eu não sabia para que era. O Eduardo, quando dá um ordenado a uma pessoa, não investe cegamente”

“Ele queria cometer ilícitos e para não os fazer no Porto (onde toda a gente o conhecia), transferiu a sede (da Sedico) para Gondomar”

“Aquilo (Sedico) não era empresa nenhuma, era um depósito de cadeiras”

“Eu era administrador de direito e não de facto, ou seja, nunca administrei nada. Eu tinha a conta no meu nome, mas nem sabia informações nenhumas”

“Eu assinava sempre pensando que era para bem da empresa”

“Nessa altura (finais de 2008) comecei a perceber que estava tramado”

“Eu fui manipulado, fui usado como bode expiatório”


Laura Sequeira, Mais Comunicação
4 de Junho de 2009

21 comentários:

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  2. A propósito, sabiam que aquela cooperativa modelo, a Folha Cultural, lá para os lados de Oliveira, agora mudou de nome?! Agora chama-se Editorial Cult e está sedeada em Barcelos. Espero que não seja mais uma sede, género terreno baldio. Não estranharia, sendo Barcelos um concelho com paisagens tão bucólicas...
    Mais um (aposto!) expediente legal?

    Veja aqui:
    http://www.oje.pt/noticias/negocios/credores-da-sedico-aprovaram-elaboracao-de-plano-de-recuperacao-da-empresa

    Cumprimentos,

    JBS

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  3. Mas o que é mais preciso para por este "empresáro modelo" na ordem..?!
    Só à chapada!

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  4. O que é preciso não sei, mas deve ser coisa complicada à brava, tal tem sido a inércia das autoridades neste caso...

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  5. Gostava de saber o que as autoridades estão à espera para "por" este empresário na linha...Além dos despedimentos no Primeiro de Janeiro, também os houve na Coraze (Astrocolor Impressores Internacionais, S.A. cujo "sócio" é o Banif Investimento)Para se ter direito a uma carta para o fundo de desemprego, os empregados tiveram que abdicar dos seus direitos...INCRIVEL, salários em atraso, subsidios por pagar, muitas dividas à banca, às Finanças, Seg Social e aos fornecedores, é neste momento a situação das empresas do Srº Eduardo Oliveira Costa
    Espero que o seu fim esteja para breve e também para todos os que pactuam com ele nas empresas (pois infelizmente as pessoas com cargos superiores que colaboram com ele, são iguais...)Espero que seja feita JUSTIÇA !!!!

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  6. Infelizmente, será preciso muito mais do que sorte para assistirmos ao dia em que essa criatura terá o castigo que merece. Se esse dia chegar, e eu teimo em ser optimista, estarei na primeira fila. Não por um desejo mórbido de vingança (nem sequer reclamei os meus direitos), mas porque acho que começa a chegar o tempo de pôr um basta em existências tão nefastas para o mundo como a que esse senhor - fraco esboço de ser humano - personifica. Para mim, o assunto está encerrado. Por solidariedade para com os meus colegas, que ainda aguardam na Justiça por uma solução, continuo a torcer, e a tudo fazer, para pôr esse e outros como ele na cadeia. Mas, fundamentalmente, o que me importa é que os meus colegas, e as demais vítimas deste empresário sejam capazes de renascer das cinzas e ser felizes. Porque merecem. Obrigada pelo seu comentário.

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  7. Isto ainda não é nada... Sim, ele é tudo o que dizem... Já souberam dos cargos que ocupou, a Metalaz, União Desportiva Oliveirense, AECOA, CEDV e, parece que, quanto á Folha Cultural, após declarar falência, abriu outra empresa onde pescou novamente os cristos que para ele trabalham de olhos fechados... Mas enfim, foi o que ouvi, graças a deus não tive de "lidar" com aquela peça...

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  8. Realmente as autoridades andam de olhos bem fechados ou o danado tem padrinhos muito bons. Ele continua a fazer a vida de milionário que sempre fez. Ainda há pouco tempo foi para Moçambique e agora está de "férias" na Europa, mas os salários continuam em atraso e acho que nunca chegará a pagá-los. As contas dele já foram congeladas, mas parece que nem isso afectou a sua vida. Deveria sair um curriculum com o que ele deve aos ex-empregados e aos empregados actuais. Dentro em breve ele irá a tribunal, pois já há muitas queixas. Vamos ver se a justiça é feita

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  9. Pronto finalmente acabou.
    Sedico foi declarada falida,acabou o pesadelo,esperemos agora que seja feita justiça aos ex trabalhadores alem de punir o "Sr Eduardo Costa".
    Esperemos...

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  10. Quando a «gamela» dava para todos e mais alguns, nunca vi ningém levantar-se contra o «réu»... Pelo contrário, eram só beijinhos e abraços. Começou a faltar o dinheiro, por incompetência e esbanjamento e foi o que se viu... Pensem bem antes de atirarem pedras e porem todas as pessoas em cheque. Há muita gente honesta, horanda, trabalhadora e que nunca teve problemas em lidar com o sr. Eduardo Costa. Já alguém se perguntou como foi possível o «barco» do Janeiro chegar ao ponto que chegou? Já se esqueceram das galas, autenticas feiras de vaidade que só contribuiram para arruninar mais o jornal? Respeitem, pelo menos, quem ainda, de uma forma honesta, tenta recuperar a imagem do jornal e tentar com que ele possa sobreviver a mais este temporal... de asneiras!
    Fiquem bem e, antes de atirarem pedras, vejam por favor onde elas poderão cair...

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  11. Começo por lamentar que o activo defensor de Eduardo Oliveira Costa e da honra de «O Primeiro de Janeiro» não se tenha identificado, porque deixou claro que é alguém que ainda trabalha para ele e, como tal, é muito provavelmente alguém que conheço. Na falta de coragem para assumir o que diz com o seu nome, aproveito para aqui prestar alguns curtos e simples esclarecimentos:


    1) Se houve um tempo em que a "gamela" dava para todos e mais alguns, eu não sou de certeza desse tempo, porque no meu tempo (Março de 2001 a Julho de 2008), a "gamela" a que tínhamos direito era a de termos de adiantar dinheiro do nosso para abastecer de combustível os carros em que íamos para as reportagens e depois esperar até final do mês (ou meio do mês seguinte) para recebermos o que nos era devido. Essa era a "gamela" que dava para todos e mais alguns;

    2) Desafio quem quiser a provar que os jornalistas do «Janeiro» andavam de abraços e beijinhos com Eduardo Oliveira Costa, a não ser, talvez, e só em alguns dias bons, a directora do dito jornal e mais alguns "privilegiados". Eu, que trabalhei no «PJ» durante oito anos, vi Eduardo Oliveira Costa duas vezes, e numa delas obtive um aperto de mão, que dispensava;

    3) Do esbanjamento não tenho qualquer dúvida. Mas não do esbanjamento do «Janeiro», onde os ordenados eram ligeiramente mais elevados do que o salário mínimo (nos melhores casos, porque também os havia abaixo desse valor, além de estágios com fartura e gente a justificar o ordenado com recibos de gasolina e almoços);

    4) As galas, "autênticas feiras de vaidades", eram tão de vaidades que os jornalistas NEM SEQUER ERAM CONVIDADOS! Aliás, apenas eram convidados os editores e intimados os fotógrafos, porque a vaidade de aparecer era muita, mas não era nossa. Os fotógrafos, que não eram remunerados por essas horas extra, eram OBRIGADOS a ir às galas, mas os restantes jornalistas eram PROIBIDOS, o que, na minha opinião, nem era nada mal pensado;

    5) As "festas de Natal" organizadas para esses jornalistas (a ralé) eram promovidas em locais recônditos e em cafés/restaurantes (?!) de quinta categoria, onde se sentavam todos a monte e às vezes a comida nem chegava para todos;

    6) O "esbanjamento" dessas festas era um fenómeno interessantíssimo: Eduardo Oliveira Costa não gastava um cêntimo, promovendo antes, como moeda de troca, publicidade aos lugares que a malta frequentava. A qualidade desses lugares era tão elevada, que no último ano em que a dita festa foi organizada (2006)não apareceu ninguém! Em 2007 já não houve. Olhe que pena!

    7) As pessoas honradas e honestas que ainda tentam recuperar a imagem do jornal quem são? Serão os quatro jornalistas que ainda lá trabalham, a fazer o trabalho de mais de 30 pessoas despedidas de forma ilegal em 2008, e que, tal como essas pessoas, continuam hoje a trabalhar sem receber salários? Chama-lhes honrados? Eu chamar-lhe-ia outra coisa...

    Espero que tenha ficado esclarecido quanto ao carácter de Eduardo Oliveira Costa e à justiça das críticas que lhe são feitas. E espero que a forma como o defende seja, pelo menos, reconhecida, já que duvido que seja recompensada.

    Boa noite e até qualquer dia!

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  12. ese gajo quando andar na rua que olhe bem para trás por que está sujeito a afiambra dois pares dee estalos e ficar sem dentes eu não vou esperar pela justiça se n ão nunca mais se faz justiça ele que se ponha fino se for para a praia nao mvire o cu para o sol e se for molhar os pés que arranje um guarda costa eu quando puder fofo~lhe a tromba e tempo não me falta, o dia há-de chegar

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  13. Esse esboço de gente que dá pelo nome de Eduardo Costa mais a comandita que o rodeia de gente sem escrupulos do qual saliento a irmã Lúcia Costa não só fizeram e fazem muito mal aos ex-profissionais de "O Primeiro de Janeiro" - que de facto está extinto, pois o que sai agora não é um infeliz simulacro de um "jornal"... - mas a muitos outros colaboradores das empresas que ele admnistrava. Infelizmente os tribunais demoram e parece que, no tempo e nos actos, deixam branquear os crimes dessa corja. Quanto a mim, quando encontro alguem dessa trupe em audiências nos tribunais trato-os com a qualidade que merecem, não poupando adjectivos na desmascaração dos seus actos, mas mantendo sempre a minha dignidade. Quanto a esse verme pútrido desse Eduardo Costa, se por acaso me cruzar com ele, talvez não me fique só por pelas palavras.

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  14. Também em Dezembro de 2007 a gráfica Satélicor sediada em Caneças e pertença desse senhor, foi fechada, as máquinas levadas para Oliveira de Azeméis e os empregados para a rua. Resultado? A nova Satélicor já era, as máquinas desapareceram e os antigos empregados ainda não viram um tostão das suas indemenizações nem salários em atraso e muito provávelmente nunca verão. No entanto com tantos casos em tribunal esse senhor continua na maior como se nada fosse, nem se dignando comparecer ou mandar representantes a tribunal para se tentar resolver as coisas. Se fosse um de nós se calhar já estávamos presos por "desobediência"

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  15. Conheço o costinha, não sou Psicólogo, mas algo me diz que se fossem feitos exames de personalidade ao Vale e Azevedo e ao Eduardo Costa, os resultados seriam semelhantes. Mais não fosse pela frieza e calculismo como actuam.

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  16. Pelo "modus operandi", frieza e calculismo como actuam, para mim Vale e Azevedo e Eduardo Costa têm personalidades gémeas

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  17. ora vivam.eduardo costa vai ser julgado a22 de junho em gondomar.
    a residência no campo 24 de agosto ja está á venda por penhora das finanças.graças a DEUS começou aser feita justiça.como tal todos ao tribunal a 22 de junho em gondomar

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  18. Porque será que d.Alda ainda se encontra a" trabalhar"pois ao que se sabe já está reformada não será porque está "PENDURADA"nesse cafajeste de nome eduardo costa para financiar o jogo da bolha.e a conceição asócia do mesmo jogo.ainda há mais para contar.aguardemos...

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  19. Boa noite.eduardo costa já casou com alguém no Brasil daí já ter dupla nacionalidade.digo isto com certeza pois o pois o"homem" todos os meses é obrigado a fazer um depósito.vão ao consulado do Brasil saber o que afirmo.Ja agora o DR salvato trigo saberá responder perante quem quiser investigar como se chega a doutor sem passar pela u.fernando pessoa.bastava ser agraciado nos jantares do1ºjaneiro.

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  20. Eu fui cliente da Coraze durante mais de meis dúzia de anos e depois da Astrocolor; em termos profissionais (gráficos) nunca encontrei melhor na vida e levo 20 anos destas coisas, a fazer jornais e revistas todas as semanas.
    De todos os jornais que conheço, só o Raichense lá continuou, a passar os cheques já não sei a quem.
    Nunca conheci nem vi o figurão; estive, enquanto cliente, duas ou três vezes com a irmã Lúcia (salvo seja) e falei muitas vezes com ela pelo telefone. E nunca entrei cos esquemas de dar aval para que pudessem garantir o preço do papel, e outros esquemas que me cheiraram a esturro, ainda mais quando soube que o senhor não pagava os salários mas que ostentava um Ferrari. Percebe-se a peça!
    Soube depois que beneficiou de grandes esquemas e de subsídios monumentais através de influências do PSD e em especial do marques Mendes, que mais dia menos dia confrontarei com o caso, para ouvir a sua versão, mas aposto que vai fugir com o rabo à seringa.
    O que eu gostava de saber mesmo era quais as empresas que ele subcontratava para fazer revistas pq me interessava trabalhar com elas mas não sei quais são (e o Algarve não é propriamente perto de Oliveira de Azeméis para ir para lá tentar indagar)

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  21. O que é pena é que no país que se vive os burlões saem sempre impunes, o povo nem que seja uma pequeníssima coisa que faça de errado paga logo na hora.

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