O homem que mais trambiques cometeu nos últimos anos em Portugal, e que foi condenado por lesar o Estado em milhares de contos (e que mesmo assim ainda recebe chorudos subsídios e até verbas do QREN), faliu uma empresa que afinal não faliu e extinguiu um jornal que afinal não foi extinto e que mais logo regressa às bancas, com novas cores, e feito por jornalistas desportivos (suponho que a ganhar os mesmos ordenados - ou mesmo sem ganhart nenhum, já que ele não paga nada a ninguém desde Junho -, mas a fazer dois jornais).
O homem que há dias quis fechar à chave a porta da redacção do «Norte Desportivo», para não deixar entrar os responsáveis da Inspecção Geral do Trabalho que pretendiam visitar as duas redacções, é o novo director do "novo" jornal «O Primeiro de Janeiro».
A senhora que durante oito anos desempenhou o cargo de directora do "antigo" «Janeiro» ainda afirma, peremptória, que tem um projecto, e diz que este, dirigido pelo senhor que quis fechar a porta à Inspecção Geral do Trabalho, é só para um engodo para "escoar a publicidade", porque o seu projecto arranca em Setembro. Diz-se ainda muito ofendida - e desiludida - com os 14 que foram "despedidos", porque estes lhe tinham dito que sem ordenados não podiam trabalhar, e agora se apresentam diariamente na redacção.
Um grupo de jornalistas expulsos da redacção do «Janeiro» de forma mais aviltante e ilegal que se possa imaginar escuda-se no silêncio para conseguir um tacho no jornal que há-de abrir, o tal do projecto...
O homem que há dias quis fechar à chave a porta da redacção do «Norte Desportivo», para não deixar entrar os responsáveis da Inspecção Geral do Trabalho que pretendiam visitar as duas redacções, é o novo director do "novo" jornal «O Primeiro de Janeiro».
A senhora que durante oito anos desempenhou o cargo de directora do "antigo" «Janeiro» ainda afirma, peremptória, que tem um projecto, e diz que este, dirigido pelo senhor que quis fechar a porta à Inspecção Geral do Trabalho, é só para um engodo para "escoar a publicidade", porque o seu projecto arranca em Setembro. Diz-se ainda muito ofendida - e desiludida - com os 14 que foram "despedidos", porque estes lhe tinham dito que sem ordenados não podiam trabalhar, e agora se apresentam diariamente na redacção.
Um grupo de jornalistas expulsos da redacção do «Janeiro» de forma mais aviltante e ilegal que se possa imaginar escuda-se no silêncio para conseguir um tacho no jornal que há-de abrir, o tal do projecto...
O pior é isso, é que já nada espanta! Mas continuo a acreditar que os justos vencerão e os sacanas deste Mundo terão a sua paga.
ResponderEliminarEssa de o Sr. Eduardo Costa ou as empresas que administra receberem verbas do QREN não será bem assim... Mas como ele consegue esmendrar todos os esquemas possíveis e imaginários, já acredito em tudo!
ResponderEliminarDava para rir, se não fosse tão, tão triste...
ResponderEliminarCom mais algumas pesquisas e afinal parece que sim: há verbas do QREN a seguir para empresas onde o sr. tem participação...
ResponderEliminarOs regulamentos são claros quando dizem que as empresas que recebem este tipo de apoio não podem ter dívidas ao fisco nem à seg. social, mas não tão claros assim quando deixam outras empresas dos administradores a descoberto...
Shame on this!