terça-feira, 12 de agosto de 2008

Não há mesmo volta a dar...

Sabem o que vos digo? Estou, decididamente, de luto! «O Primeiro de Janeiro» já era, e não há indignação capaz de preencher o vazio que esta constatação me deixa no peito. O doente de que cuidei, anos a fio, chorando e rindo, com as grandes derrotas e as pequenas vitórias, foi morto à traição. Morreu. Finou-se. Não há mesmo volta a dar...

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