Dizia a Agência Lusa, há escassos minutos, que «O Primeiro de Janeiro» ainda não deu hoje as caras nas bancas e nos postos de leitura em que tem estado disponível desde o início do mês. "O jornal, que tem o site em actualização, atravessou recentemente grande turbulência devido ao despedimento do seu quadro redactorial, substituído pelos colaboradores que faziam o seu suplemento desportivo", acrescenta a mesma fonte. O que estará a passar-se? Será que a nova equipa-maravilha, capaz de produzir edições de 32 e 24 páginas, mas nunca as 40 a que os leitores estavam habituados, "deu de frosques" diante de mais um palavrão do "director"? Ou foi a gráfica de Eduardo Oliveira Costa que não aguentou a alegada tiragem de 30 mil exemplares diários do pasquim? Ou terá sido vergonha na cara pelos crimes cometidos? Nã... Isso não foi, de certeza!
O que se passa é que Rui Alas Pereira e companhia limitada pretendem fazer um jornal, mas em horário comercial. Abre de domingo a quinta, para estar nas bancas de segunda a sexta, como se de um escritório se tratasse. Resta saber se os jornalistas também cumprem o horário das nove às cinco, e se as notícias surgidas depois dessa hora ficam para a edição do dia seguinte...
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