Despenteados amigos,
Antecipo aqui e agora, neste meu/vosso espaço que é um must da blogosfera nacional, mais uma provável cena de vómito daqueles dois ou três leitores que restam ao fraco pasquim que há coisa de mês e meio tomou de assalto o nome, outrora respeitável, do centenário portuense «O Primeiro de Janeiro». A primeira página da edição do PJ desta quarta-feira é mais uma obra-prima (para não dizer mesmo um escarro) do mestre do gráfico-parolismo lusitano, que, segundo relatos de fontes próximas do dito cujo, passa as tardes inteiras a pensar (há coisas fantásticas, não há?) naquilo que fará a “capa” do dia (ainda ninguém lhe explicou que se chama “primeira página”), para depois produzir – frequentemente entre ataques de histeria, asseguram as mesmas fontes – aquilo que tem sido a “montra” do pasquim nos postos de venda (e de leitura, que também os há, como sabemos). Preparados? Txarã…
Antecipo aqui e agora, neste meu/vosso espaço que é um must da blogosfera nacional, mais uma provável cena de vómito daqueles dois ou três leitores que restam ao fraco pasquim que há coisa de mês e meio tomou de assalto o nome, outrora respeitável, do centenário portuense «O Primeiro de Janeiro». A primeira página da edição do PJ desta quarta-feira é mais uma obra-prima (para não dizer mesmo um escarro) do mestre do gráfico-parolismo lusitano, que, segundo relatos de fontes próximas do dito cujo, passa as tardes inteiras a pensar (há coisas fantásticas, não há?) naquilo que fará a “capa” do dia (ainda ninguém lhe explicou que se chama “primeira página”), para depois produzir – frequentemente entre ataques de histeria, asseguram as mesmas fontes – aquilo que tem sido a “montra” do pasquim nos postos de venda (e de leitura, que também os há, como sabemos). Preparados? Txarã…
Estão a ver bem isto? Como dizia alguém há uns tempos (perdoem-me o esquecimento de nomes e contextos, que a idade e a decrepitude caminham de braço dado, e eu até tenho tido muito em que pensar), o pasquim parece estar a concorrer para o Livro dos Recordes na categoria “o jornal que chama à primeira página todas as notícias que tem no interior”. Recorde-se que o “novo” PJ não tem tido muito mais do que uma vintena de páginas, das quais pelo menos oito são sempre consagradas ao «Norte Desportivo» (afinal, são eles, os do Desporto, que estão no comando da nau…). Quantos textos será possível meter nas páginas que sobram, além dos que já figuram na “capa”?
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