quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Jornalista multimédia...


De bloco de notas numa mão e de telemóvel na outra, não perdi pitada da acção de campanha da candidata socialista à Câmara Municipal de Gondomar na Freguesia de Baguim do Monte!

6 comentários:

  1. respeitando... fizeste isso porque acreditas ou porque queres fugir ao candidato da lista contrária? é que se fores como 34 % dos portugueses, estás a ir, ou pelo "voto útil", ou pelo interesse pessoal, ou por votar contra algum partido. é a este ponto que chegou a "democracia". eu optei por uma destas três. agora, bandeirinhas e campanhas? bom, também há a hipótese de se ter uma convicção, o que em política, neste momento, é notoriamente impossível.

    assinado: um de 3 milhões de pessoas. ;) (pelo menos)

    ps: não levo a mal se não publicares este post. talvez até seja melhor não o fazer. é anónimo! tal como o voto... tal como a democracia. mas o respeito está aqui.

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  2. Não percebo o seu comentário, mas sempre lhe digo que se tratou, não de convicção, muito menos de fuga ao que quer que seja, mas apenas e só trabalho. Sou jornalista. Faço cobertura de notícias, e neste momento a grande notícia é, em todo o país, a campanha eleitoral.

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  3. Só mostras que és Socialista e o teu dever é seres independente.

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  4. muito bem. fico contente que tenha regressado ao jornalismo. e em que jornal a podemos ler agora?

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  5. Não entendo a razão de um dos comentadores ter dito que mostro que sou socialista pelo facto de ter feito a cobertura de uma acção de campanha do PS, sendo que ao longo da minha carreira já as fiz para todos os outros partidos, com particular preponderância para o PSD, curiosamente! No entanto, sei que muitas vezes as pessoas confundem trabalho com crenças pessoais e políticas. Não é o meu caso. Mas aproveito para o esclarecer relativamente ao que diz: eu não tenho de ser independente nem qualquer outra coisa. Eu tenho de ser o que a minha consciência me ditar, e fazer com que isso não interfira no meu trabalho. A isso se chama profissionalismo.

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  6. Pedro,

    Um jornalista nunca volta ao Jornalismo, pelo simples facto de que um jornalista nunca deixa de o ser. Faz parte da nossa essência. No entanto, não estou a colaborar com nenhum jornal em bases permanentes, mas com vários, a título esporádico. Daí que não possaa satisfazer a sua curiosidade. Não me dou bem presa, e encontrei finalmente o caminho da minha liberdade. Escrevo o que quero, como quero e onde quero. Quem quiser compra. Quem quiser ler. Nem mais, nem menos. Obrigada pela sua curiosidade.

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