sábado, 9 de agosto de 2008

Muito tempo, muitas memórias...












São memórias de pequenos e grandes momentos. São memórias boas e más, com nome de gente e com amizade, com partidas e chegadas, com saudades e com atritos, com filhos, com enteados, com indigentes e mal-amados, com protegidos, com afectados, com vidrinhos de cheiro e gente sem sensibilidade alguma, com zangas e pazes, com gritos e lágrimas, com carinhos e ausências. Houve de tudo no velho «Janeiro». Até houve roubos, queixas de assédio sexual, despedimentos sumários e ódios que transbordaram para fora da redacção. Houve segredos ocultados em conjunto, uniões de conveniência, alguns amassos e tentativas de sedução. Houve mesmo de tudo no nosso «Janeiro». E o mais estranho é que, mesmo assim, a malta gostava daquilo, mesmo tendo de aguentar cenários de profunda ignomínia à moda de Eduardo Oliveira Costa. Sempre me disseram que o Jornalismo é uma profissão de paixão. O nosso «Janeiro» foi bem a prova disso!

Fotos de Tiago André e Mente Despenteada

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