Os jornalistas de «O Primeiro de Janeiro» foram, esta sexta-feira, à procura da sede da empresa que executou o despedimento colectivo da redacção do jornal e descobriram que a morada da Sedico, empresa subsidiária do grupo Fólio, era um stand de automóveis fechado há mais de dois anos, informação confirmada pelos vizinhos. O jornalista Paulo Almeida, que integrava a delegação de trabalhadores de «O Primeiro de Janeiro» explicou ao Portugal Diário que, para além de visitarem a sede da Sedico, na Rua Caminho do Rego nº 8 em Gondomar, se deslocaram à morada que estava afixada na porta do jornal onde era suposto as pessoas dirigirem-se para esclarecer algum assunto.
Na Rua do Taralhão nº 715 também em Gondomar os jornalistas encontraram um escritório fechado há cerca de duas semanas. Os ex-trabalhadores de «O Primeiro de Janeiro» conseguiram ver o interior do espaço e constataram que os avisos de recepção das cartas de despedimento com o nome de muitos jornalistas estavam no chão do escritório. «Não havia lá ninguém e soubemos pela vizinhança que se encontra fechada há algum tempo», disse Paulo Almeida. Os jornalistas destacaram também o facto de o empresário Eduardo Costa, tal como o grupo Fólio e a sua subsidiária Sedico, terem «um historial de práticas ilegais».
Ana Isabel Silva
«Portugal Diário»
Na Rua do Taralhão nº 715 também em Gondomar os jornalistas encontraram um escritório fechado há cerca de duas semanas. Os ex-trabalhadores de «O Primeiro de Janeiro» conseguiram ver o interior do espaço e constataram que os avisos de recepção das cartas de despedimento com o nome de muitos jornalistas estavam no chão do escritório. «Não havia lá ninguém e soubemos pela vizinhança que se encontra fechada há algum tempo», disse Paulo Almeida. Os jornalistas destacaram também o facto de o empresário Eduardo Costa, tal como o grupo Fólio e a sua subsidiária Sedico, terem «um historial de práticas ilegais».
Ana Isabel Silva
«Portugal Diário»
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