Foi num almoço realizado no Pavilhão Académico, no Porto, que o presidente da maior federação socialista do país apresentou, há poucas horas, a sua recandidatura ao lugar. Renato Sampaio mobilizou mais de 800 pessoas, entre as quais, como referiu o próprio aos jornalistas presentes, vários elementos da comissão política nacional do partido da rosa, presidentes de câmara, junta de freguesia e assembleia municipal. No arranque formal da sua campanha, um momento importante para a vida política da cidade e do distrito, o presidente do PS/Porto respondeu às perguntas da Agência Lusa, da RTP, da TVI, do jornal «Público», da revista «Visão» e do site GrandePortoTV. Uma presença de órgãos de informação muito fraca, e que visou sobretudo aferir a posição de Renato Sampaio em relação à putativa candidatura de Elisa Ferreira à Câmara Municipal do Porto e, ao mesmo tempo, a posição desta diante da aproximação das eleições para a distrital. Elisa não esteve presente, por dificuldades de agenda (está ausente do país), mas o líder socialista deixou claro o seu apoio à eurodeputada na Invicta. Estranha foi a pouca adesão dos jornalistas ao lançamento da candidatura. A SIC achou que não fazia lá falta. das rádios, nem falar. Noutros tempos – há bem pouco tempo! –, «O Primeiro de Janeiro» teria, de certeza absoluta, comparecido à chamada. O pasquim não esteve. O «Jornal de Notícias», por seu turno, deu razão àqueles que dizem que está a trocar o Porto por Lisboa: não apareceu, e logo depois decidiu publicar no seu site o texto da Agência Lusa. Quanto ao Jornalismo no Porto, estamos conversados...
O jornalismo no Porto parece ir de mal a pior.
ResponderEliminarNa verdade, o fecho do saudoso "O Comércio do Porto", cujo espólio vai agora ficar à guarda da edilidade de Gaia, o fecho do "O Primeiro de Janeiro" com a subsequente abertura imediata mas sem os seus jornalistas, os acontecimentos relevantes na cidade a serem "cobertos" por jornalistas vindos de lá de baixo (como recentemente aconteceu com a cobertura televisiva do REDBULL AIR RACE, com a vergonha de alguns nem saberem muito bem em que parte da cidade estavam), o JN com as suas revistas quase totalmente escritas e dedicadas à capital, mais parecendo um jornal lá de baixo que se edita também no Porto, deixam a ideia de que o jornalismo da cidade do Porto, já era!
Mas, desculpem entrar num assunto que obviamente não domino..., será só no jornalismo?
ResponderEliminarForça, Companheira.
Amigo Orlando Castro,
ResponderEliminarÓbviamente que não é, o que torna mais premente a luta contra estas situações. Todos temos de ajudar um pouco. Não podemos "deixar correr o marfim"!
JM
É curioso constatar que quem critica os jornalistas escreva um advérbio com acento. Obviamente....... digo eu!!!
ResponderEliminarO Primeiro de Janeiro não sai ao fim-de-semana. Hoje saiu uma notícia sobre o referido almoço.
Ao leitor que pouco corajosamente se assina como "advérbio" (tenho de repensar esta ideia de permitir comentários anónimos...), dois reparos:
ResponderEliminar1) Não sei se está familiarizado com o funcionamento das caixas de comentários dos blogs, mas elas servem para os leitores interpelarem os responsáveis pelo blog. No caso de querer falar com outros comentadores, deve dizer a quem se dirige, porque quando li o seu comentário pensei que isso do acento era comigo. E não era.
2) Sei muito bem que o Janeiro não sai ao fim-de-semana. O Janeiro em que eu trabalhei saía todos os dias, e nunca falharia um evento desta natureza. O pasquim falhou. E se hoje lá traz um texto, e é verdade que o traz, deve tê-lo repescado da Lusa ou de qualquer outro site, porque, meu caro, eu conheço os jornalistas do pasquim, e sei quem assina o texto. E sei que essa pessoa NÃO esteve no almoço. E como é que eu sei? Simples. Quem coordenou as entradas e os contactos dos jornalistas com o candidato fui eu! E esse senhor não passou por mim. Quanto ao Jornalismo no Porto, uma vez mais, estamos conversados!
Muito obrigada pela sua atenta visita. Volte sempre.