segunda-feira, 1 de setembro de 2008

O medo mora comigo!

Uma pulsação acima dos 70 batimentos por minuto (bpm) aumenta em 39 por cento o risco de enfartes nos doentes coronários, indica um estudo apresentado hoje no Congresso Europeu de Cardiologia, a decorrer em Munique. A investigação envolveu cerca de 11 mil doentes coronários de 33 países, entre os quais 60 portugueses, e segundo o coordenador do estudo em Portugal, Ricardo Seabra Gomes, "nunca se tinha mostrado, de modo prospectivo, que a frequência cardíaca influencia as complicações da doença coronária". Com a pulsação acima dos 70 bpm, estes pacientes têm um risco acrescido em 34 por cento de morte cardiovascular, 46 por cento de enfarte do miocárdio, 56 por cento de insuficiência cardíaca e 38 por cento de ter de fazer uma revascularização. A revascularização passa pela dilatação das artérias através de angioplastia ou cirurgia e acontece quando persistem queixas mesmo depois do doente estar medicado. "O esforço faz o coração trabalhar mais e se as artérias estão doentes haverá consequências", resumiu o médico especialista (Agência Lusa).

Imaginem como bate na mente de alguém que foi internado de urgência com 170 pulsações por minuto (quase em repouso), e que, meio ano depois, nas medições diárias dos batimentos cardíacos ainda regista, quase sempre, mais de 90…

5 comentários:

  1. não podemos ligar a este tipo de notícias, senão de caminho não saímos da cama para não esforçar o coração. Tens coração de Leão :)

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  2. Pode ser de leão, mas não é do Sporting! Ehehe! =)

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  3. É por estas e por outras que te digo para não veres certos pasquins! Juízo. Beijinhos.

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  4. Nem mais! Há coisas bem mais importantes na vida, a começar pela tua.

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  5. Obrigada, caríssimos! É por estas e por outras que o meu coração tá apertadinho. É que, além dos tais coágulos maus, ainda tive de criar espaço para vos meter lá a todos! Vocês são do melhor! =)

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