O Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas convocou para amanhã, 4 de Junho, uma greve que deverá provocar o encerramento generalizado dos serviços consulares (embaixadas, consulados portugueses e centros culturais do Instituto Camões em todo o mundo). O pré-aviso de greve, a que o Mente Despenteada teve acesso, foi enviado ao Governo no passado dia 27 de Maio, e encontra-se disponível aqui. Em causa está, segundo um comunicado enviado aos meios de Comunicação Social, a recusa dos funcionários em ser excluídos do regime da Função Pública portuguesa e remetidos para as leis locais, sem direitos sindicais e de negociação. A nota atesta que “é grande a indignação que vem sendo transmitida pelos trabalhadores ao serviço do Estado Português em todo o mundo”, que condenam o facto de os serviços externos do MNE serem agora, de acordo com “certas leis”, designam como “periféricos”.
Falando aos sócios, a direcção do sindicato afirma que, “apesar de a greve ter sido devidamente anunciada, e de o aviso prévio legalmente previsto ter sido enviado ao senhor ministro e a outros governantes competentes, o Ministério dos Negócios Estrangeiros manteve-se surdo e mudo, as Finanças não quiseram viabilizar a devida actualização para 2009, e o Poder mostra preferir desprezar os direitos dos cidadãos, seus trabalhadores ou emigrantes, do que resolver problemas pela via democrática, inteligente e negociada”. Por esse motivo, o sindicato reforça o seu apelo à adesão à greve nesta quinta-feira, e alerta para a recusa de quaisquer tentativas de intimidação ou acção à margem da lei por parte das chefias, divulgando as normas legais pertinentes em matéria de greve.
Falando aos sócios, a direcção do sindicato afirma que, “apesar de a greve ter sido devidamente anunciada, e de o aviso prévio legalmente previsto ter sido enviado ao senhor ministro e a outros governantes competentes, o Ministério dos Negócios Estrangeiros manteve-se surdo e mudo, as Finanças não quiseram viabilizar a devida actualização para 2009, e o Poder mostra preferir desprezar os direitos dos cidadãos, seus trabalhadores ou emigrantes, do que resolver problemas pela via democrática, inteligente e negociada”. Por esse motivo, o sindicato reforça o seu apelo à adesão à greve nesta quinta-feira, e alerta para a recusa de quaisquer tentativas de intimidação ou acção à margem da lei por parte das chefias, divulgando as normas legais pertinentes em matéria de greve.
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