sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Diana de Gales morreu há 15 anos...

Há precisamente 15 anos, no dia 31 de Agosto de 1997 (tinha então 21 anos), estava acampada no Parque de Campismo Sereia da Gelfa, perto de Vila Praia de Âncora. Pouco depois de acordar, e quando me preparava para mais um dia de praia e descontraídos passeios por aquela zona, ouvi, no rádio de uma caravana vizinha, com o volume de som demasiado elevado, a notícia da trágica morte de Diana de Gales, a princesa cuja beleza e elegância tantas vezes tinha admirado em miúda. A notícia abalou-me. Não porque alguma vez a tivesse conhecido, mas porque Diana de Gales tinha, naquela altura, a idade que tenho hoje – 36 anos –, e quando temos 21 anos ninguém para nós morre aos 36. Ou aos 40. Ou aos 50… 

Lembro-me de, por aqueles dias, ter assistido, vezes sem conta, às imagens do aparatoso acidente que a vitimou, quando o carro em que seguia embateu, a grande velocidade, num dos pilares de uma ponte em Paris. Lembro-me dos rostos de William e Harry, e de ter pensado que os príncipes, por uma questão de protocolo bacoco, não deveriam chorar. Pensei que seria impossível a um filho não chorar a morte da mãe, nomeadamente se ocorrida em tão violentas circunstâncias. Lembro-me das imagens do funeral, dos britânicos chorando nas ruas, das flores e das velas que aqui e ali se colocava junto a imagens da princesa. Quase senti que a conhecia, que era visita lá de casa. Lady Di, conhecida e prestigiada mundialmente pelo seu envolvimento em causas solidárias em todo o mundo, deixou em todo o mundo um sentimento de profunda tristeza quando partiu. A 31 de Agosto de 1997. Há precisamente 15 anos, quando tinha a minha idade…  

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